quarta-feira, 30 de maio de 2012

Delegacia de São João reabre em regime de expediente.

Depois de ser alvo de constantes reclamações por parte da população de São João do Araguaia, a delegacia da cidade foi reformada e voltou a funcionar nesta semana. O delegado João Inácio, que responde pela delegacia do município, diz que o prédio passou quase quatro anos fechado e a reabertura se deu seguindo as diretrizes do secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha; do delegado de Polícia do Interior, Silvio Maués; e do superintendente Regional de Polícia Civil do Sudeste, delegado Alberto Teixeira.


“O funcionamento da delegacia é fruto de empenho da Polícia Civil do Pará e da Prefeitura Municipal de São João do Araguaia, que reformou o prédio e cedeu computador e os móveis”, comentou o delegado. A delegacia de São João do Araguaia contará com um investigador e um escrivão atendendo em regime de expediente, e o delegado João permanecerá como titular tanto da cidade quanto de São Domingos do Araguaia, onde já vinha atuando. (Luciana Marschall) fonte: Correio do Tocantins.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Estudantes tem até o dia 04 de maio para solicitar isenção no PRISE e PROSEL da UEPA.


Estudantes tem até o dia 04 de maio para solicitar isenção no PRISE e PROSEL da UEPA.

Atenção alunos do Ensino Médio e Educação Profissional da rede pública estadual está aberto o período de solicitação de isenção da taxa de inscrição para os Processos Seletivos 2013 da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Os interessados em participar do Processo Seletivo (Prosel) e do Programa de Ingresso Seriado (Prise) - Subprograma XVI tem até 23h, do dia 4 de maio, para acessar os endereçoswww.uepa.br ou http://www3.uepa.br/vestibulares/isencao/ e realizar o pedido.

A instituição está ofertando 12.660 isenções, sendo 6.960 integrais e 5.700 parciais (50% de isenção) - cerca de 10% a mais que no ano passado, quando a Uepa concedeu 11.500 isenções. Vale lembrar que após o cadastro online, o candidato é obrigado a imprimir o formulário de solicitação, anexá-lo às cópias dos documentos descritos no item 3 ("DA DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA A SER ANEXADA AO FORMULÁRIO") e entregá-lo nos locais descritos no item 4 ("DA ENTREGA") dos editais 35/2012 e 36/3012, disponíveis no site da instituição, até 11 de maio, entre 8h e 14h.

As provas dos Processos Seletivos 2013 estão marcadas para 2 de dezembro (1a. etapa), 3 de dezembro (2a. etapa) e 16 de dezembro (3a. etapa) de 2012. Inscritos aos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Música farão o Exame Habilitatório nos dias 28 e 29 de outubro do mesmo ano.

Vale lembrar que todo o conteúdo programático das disciplinas cobradas no Processo Seletivo, assim como o conteúdo para os concorrentes do curso de música bacharelado e licenciatura, estão disponíveis no site.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) como instituição parceira para a promoção do desenvolvimento da educação paraense, amplia a divulgação do Conteúdo Programático do Processo Seletivo/2013 aos seus alunos.

Leituras Obrigatórias
1ª etapa

1.Humanismo
1.1. Leitura da obra: O pranto de Maria Parda (monólogo), de Gil Vicente.

2. Classicismo
2.1- Leitura do episódio Os doze de Inglaterra; canto VI, estrofes 39 a 69 de Os Lusíadas, de Camões.

3.Barroco
3.1- Leitura de poemas líricos (religiosos e amorosos) e satíricos de Gregório de Matos Guerra.

4. Arcadismo
4.1- Leitura de poemas líricos de Bocage.
2ª etapa

1. Romantismo

1.1 Leitura de poemas de Castro Alves e de Gonçalves Dias

2.1 Realismo e Naturalismo

2. Leitura da obra Contos Realistas:
a)Machado de Assis: Capítulo dos Chapéus, D. Paula e Uma Senhora
b) Eça de Queirós: O Moinho
c) Inglês de Souza: O Rebelde
3ª etapa

1. Simbolismo

1.1 Leitura de poemas Camilo Pessanha

2. Modernismo

2.1. Leitura da obra completa A Legião Estrangeira, de Clarice Lispector
2.2. Leitura da obra Primeira Manhã, de Dalcídio Jurandir
2.3. Leitura da obra A viagem do Elefante, de José Saramago.
2.4. Leitura de poemas de Max Martins

Fonte: Ascom Uepa/Seduc

segunda-feira, 16 de abril de 2012

No Estado do Pará o Próprio professor paga o seu PISO SALARIAL NACIONAL!


Professor paga o próprio Piso Salarial Nacional




Novamente estamos na encruzilhada da desesperança. Sabemos que caminho trilhar, mas a ignorância ou a falta de coragem nos força a permanecer no centro. No teatro de fantoches somos espectadores da mentira propagada por um Governo, que como tantos outros, é desonesto e corrupto. Estamos definhando, mas ainda vivos.
O medo da greve corrompe nossos sentimentos, fortalece nossos opositores e mascara as mazelas da educação. Não grevamos porque queremos, mas sim porque é necessário. Ou fazemos isso ou nos tornamos escravo do sistema que corrompe pouco a pouco a sociedade.
Numa jogada de mestre (na arte de enganar) o Governo do Estado mais uma vez, inescrupulosamente, ludibria a sociedade quanto à educação no Pará. Noticiado exaustivamente pela imprensa local o pagamento do piso, como algo surpreendente pelo governo (o que não seria mais que sua obrigação), porém, infelizmente, não foi explicado corretamente como seria pago os valores aos professores.
No sentido de “(des) valorizar a educação” Governo retira abono FUNDEB dos professores para pagar piso nacional, sem ganhos reais para os educadores. Pois ao retirar o abono as vantagens incididas nas gratificações pagaram o abono e o que sobrou foi para os descontos de impostos, plano de saúde e IGEPREV. Sendo assim, ganhos reais para a categoria não houve em função da postura arbitrária do Governo que para pagar o Piso retirou o abono FUNDEB. E mais uma vez nos perguntamos: o que será feito com esse dinheiro da EDUCAÇÃO?

Guerrilha do Araguaia poderá ser incluída em currículos escolares - Portal Vermelho

Guerrilha do Araguaia poderá ser incluída em currículos escolares - Portal Vermelho

domingo, 1 de abril de 2012

ABAIXO AO SILÊNCIO!


Manifestantes protestam na Cinelândia, no Rio de Janeiro
Manifestantes protestam na Cinelândia, no Rio de Janeiro


Na tarde desta quinta (29), cerca de 300 militares se reuniram para comemorar os 48 anos do golpe militar de 1964, na sede do Clube Militar, no Centro do Rio de Janeiro. A reunião dos oficiais da Reserva incitou uma manifestação de centenas de civis, que se dirigiram à frente do clube, munidos de fotos de desaparecidos políticos, aos gritos de “torturadores” e “golpe não é revolução”.
As rememorações e os protestos parecem motivados por uma causa comum, por um compromisso latente, uma inquietação que vem do estômago e pode produzir tanto a indignação quanto o sorriso e o orgulho, a ordem ou a confusão.
Embora a historiografia brasileira seja responsável por ampla bibliografia voltada para o tema do golpe de 1964, suas raízes e consequências, os acontecimentos recentes demonstram a existência de questões por serem resolvidas, perguntas e discussões que só puderam ser formuladas com o tempo, pelo distanciamento e, sobretudo, pelas novas gerações. Há 30 anos seria impensável olhar para os militares com ironia e empunhar cartazes quase à ponta dos narizes daqueles senhores fardados. Estas são posturas tomadas por quem conhece os direitos de uma Constituição selada por ambos os lados em 1988.
Talvez, uma das mais fortes heranças da ditadura militar seja a negação da discussão pública sobre o período. A censura então instalada é hoje tema bastante conhecido e sempre levantado quando se trata de defender o “Nunca Mais!”, ou de consagrar a liberdade de expressão como valor ético e político do presente. No entanto, as versões históricas e as memórias dos anos de 1960 e 70 parecem ainda restritas ao meio acadêmico, a certos grupos de militantes e militares, e às poucas placas comemorativas, filmes e algumas leis de reparação que surgiram de lá para cá.
Discussão sobre impunidade
Há quem busque reconhecer a luta de muitos idealistas que perderam os seus 25 anos, outros querem sensibilizar a sociedade para um tema que repercute na identidade política do país. Setores do atual governo tentam restaurar a discussão sobre a impunidade dos crimes contra a humanidade, e movimentos sociais se esforçam para garantir indenizações aos familiares de presos políticos, exilados e torturtados à época. Uns comemoram a vitória política que obtiveram em 1964, os projetos políticos e econômicos então viabilizados, a anistia que satifez uma parcela considerável da oposição, os meios que utilizaram para garantir o essencial da ordem que desejavam. Demandas diferentes, causas distintas e objetivos contrários que compõem a sociedade brasileira, motivo pelo qual a ditadura não durou 20 dias, a anistia foi legítima, assim como qualquer manifestação contemporânea e pacífica em nome da verdade.

domingo, 25 de março de 2012



Proposta de alteração da jornada de trabalho: hora aula x hora relógio 
(cuidado professor !!!!!!)

Inicialmente, a jornada de trabalho do docente no Estado do Pará foi instituída pelo Estatuto do Magistério Público do Estado do Pará, instituído pela Lei Estadual nº 5.351, de 21 de novembro de 1986, que previu:

Art. 51. A jornada de trabalho será constituída de atividades docentes em sala de aula e atividades fora de classe, estas em sua modalidade, a serem estabelecidas em regulamento e cumpridas na unidade escolar.

Dada a necessidade de disciplinar a jornada de trabalho do docente, mais especificamente no que se refere às atividades docentes em sala de aula (horas-aula) e às atividades fora de classe (horas-atividades), o Governador do Estado, à época, editou o Decreto nº 4.714, de 09 de fevereiro de 1987, que regulamentou o Estatuto do Magistério nos seguintes termos:

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dicas de como elaborar um trabalho escolar seguindo algumas normas básicas da ABNT.


As normas abaixo servem, para orientar, facilitar e padronizar a apresentação dos trabalhos escolares dos alunos das escolas as quais leciono ( EEEM -  PROFª ELZA MARIA CORREA DANTAS E A EEEM - DR. ABEL FIGUEIREDO). No entanto, devo ressaltar que mediante o nível de escolaridade e dos objetivos propostos, as regras – aqui descritas – são básicas, não seguindo rigorosamente as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).


Mais se alguém se interessar em como fazer um trabalho escolar mais bem elaborado é só clicar na barra horizontal na parte superior deste Blog, onde se pode acessar meu MANUAL BÁSICO DE NORMAS DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES PARA O ENSINO MÉDIO.


Todavia ai está algumas normas básicas:



TRABALHOS MANUSCRITOS OU DIGITADOS:

Regras Básicas:



- não havendo nenhuma exigência por parte do professor, a forma de apresentação do trabalho é livre, podendo ser manuscrito ou digitado;
- em qualquer destas formas deve-se respeitar as margens da folha: esquerda em 2,0 cm; direita, superior e inferior em 1,5 cm;
- é obrigatório o uso de caneta esferográfica (manuscrito) ou de tinta (digitado) de cor azul ou preta;
- o uso de caneta ou tinta de outra cor só será permitida no caso de títulos, subtítulos ou palavras-chaves;
- os trabalhos manuscritos devem ser apresentados em folhas de papel almaço pautado (com linhas);
- os trabalhos digitados devem ser apresentados em folhas de papel Ofício ou A4;
- caso haja acesso à Internet para a realização da pesquisa, o aluno NÃO poderá imprimir o texto original na íntegra e anexar ao trabalho. É preciso que se realize – primeiro – uma leitura (análise) e o resumo do mesmo (síntese);
- quanto às fontes do trabalho digitado, estas podem ser Times New Roman ou Arial, com tamanho 12 para o texto;
- o espaçamento “entre linhas” em todo o texto deve ser de 1,5;
- para destacar cada Título e/ou Subtítulo deve-se utilizar dois espaços de 1,5 tanto antes quanto depois;
- deve-se numerar as folhas à partir da Introdução, na margem inferior ou no fim da página, podendo ser alinhada a direita ou centralizada;
- todo trabalho deverá vir grampeado;
- a estrutura do trabalho deve ser dividida em três partes: a Capa, o Corpo e as Referências Bibliográficas;
- cada parte deve apresentar os seguintes elementos obrigatórios:

quarta-feira, 14 de março de 2012


Trabalhadores em educação pública em greve nacional


Participando massivamente da greve nacional organizada pela CNTE, educadores (as) do Pará realizaram uma grande marcha pela educação pública, gratuita e de qualidade na manhã desta quarta-feira (14) em Belém. A luta faz parte de um movimento amplo de todos os estados para pressionar governadores e prefeitos a cumprir a Lei do Piso aprovada desde 2008.
As principais pautas nacionais são: 10% do PIB para a educação pública e o pagamento integral do Piso Salarial do magistério. Engrossando o coro dos demais professores, centenas de trabalhadores em educação pública do Estado, percorreram as ruas da cidade com faixas, palavras de ordem e muita disposição para enfrentar o governo omisso de Simão Jatene que tenta iludir funcionários, professores e alunos com a promessa do pagamento integral do Piso.
Além desses três dias de mobilização nacional, o SINTEPP solicitou audiência com a Secretaria Municipal de Administração e Secretaria Municipal de Educação para discutir o quanto antes a pauta de reivindicação sócio-econômica como: reajuste salarial com base no mínimo do DIEESE; cumprimento do Piso do Magistério com base em 200H, discussão e aprovação do PCCR da categoria e dentre outros pontos discutidos na assembleia do município no último dia 7.
Como parte da paralisação nacional, o SINTEPP organiza amanhã (15) no Centro Social de Nazaré a partir das 9h uma auditoria pública. Esse será o momento para debater recursos públicos e as propostas deste governo que não valoriza a classe trabalhadora e nem tão pouco o estudante.

fonte: http://www.sintepp.org.br/v2011/noticias/

Dia histórico para São João do Araguaia!




Hoje é um dia histórico para São João do Araguaia!

Entre os dias 14, 15 e 16 de março os Professores da rede pública da educação básica do Brasil participarão da PARALISAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO, onde professores dos estados e municípios farão manifestações mostrando sua insatisfação para com o descaso e os desmandos de Gestores Estaduais e Municipais.

Em São João do Araguaia não foi diferente, apesar da não participação massiva dos professores na manifestação organizada pelo SINTEPP da sub sede regional, o movimento pode contar com cerca de 50 dos mais de 200 professores lotados na rede municipal de ensino, sendo que mesmo assim o movimento fui um marco histórico, pois algo parecido nunca havia ocorrido antes, prova maior que os educadores assim como a população estão saindo da inércia e da passividade diante aos abusos e irregularidades da administração atual.
Nossa luta é por melhores salários e condições de trabalho além de direitos já adquiridos perante a lei como o pagamento do Piso Nacional e as sobras do FUNDEB como também o repasse das nossas contribuições previdenciárias ao INSS que o Município se nega a pagar. 
Parabéns aos professores que foram as ruas lutar por seus direitos!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Acaba de sair a setença do Juiz que julgou a ilegalidade da greve dos Professores do Pará


Acaba de sair a setença do Juiz: Posto isto, DETERMINO:

1 – O imediato retorno as atividades laborais de 100% (cem por cento) dos professores públicos estaduais sob pena de ser declarada ilegal a greve mantida até o momento deste decisum.

2 – Determino ao Estado do Pará que não desconte os dias paralisados dos professores grevistas, e se o fez,que se devolva àqueles que sofreram descontos no pagamento vindouro.

3 – Determino ao Estado do Pará que adote todas as providências necessárias para a atualização do piso salarial devido aos professores conforme os termos da lei e decisão do STF, bem como a implantação do PCCR da categoria em até 12 (doze) meses, com termo inicial a partir de 01 de janeiro de 2012.

4 – Determino ao SINTEPP que apresente a este Juízo no prazo de 10 dias o calendário que garanta a reposição das aulas perdidas.

5 - Determino ao Estado do Pará que inicie Processo Administrativo Disciplinar aos professores que insistirem no movimento grevista.

Aplico em caso de descumprimento desta ordem judicial, R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) a titulo de multa por cada dia de descumprimento, a ser pago não pelos cofres do Sindicato réu, e sim, pelo seu presidente.

Servirá o presente despacho, por cópia digitalizada, como INTIMAÇÃO/CITAÇÃO, nos termos do Prov. Nº 03/2009 da CJRMB – TJE/PA, com a redação que lhe deu o Prov. Nº 011/2009 daquele órgão correcional.

P.R.I.C.
Gabinete do Juiz em Belém, aos 04 de novembro de 2011.
Elder Lisboa Ferreira da Costa.
Juiz de Direito, Titular da 1ª Vara de Fazenda da Capital.
Data: 04/11/2011 SENTENÇA
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
COMARCA DE BELÉM
1ª VARA DA FAZENDA DA CAPITAL

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Conteúdo a ser estudado para o 4º Bimestre - EEEM - ELZA MARIA CORREA DANTAS


Série
Conteúdo
Filmes e Documentarios
1º “B” e” C”
·         O Humanismo e o Renascimento;  Cap. 26
·         A Reforma Protestante;  Cap. 27
·         A Expansão marítima europeia. Cap. 28
         -  Rei Lear: De Laurence Olivier;
         -  Lutero: De Eric Till, 2003
2º “B”
·         Primeiro Reinado; Cap. 53
·         Período Regencial; Cap. 54
·         Revoltas Regenciais; Cap. 55
         Documentário: Os Reinados, de Fernando Severo, 1992.
3º “B”
·         Anos de Democracia; Cap. 77
·         Anos de Violência no Brasil: A Ditadura Militar; Cap. 78
         Documentarrio: Jango, de Silvio Tendler, 1984.
         - Getúlio Vargas, de Ana Carolina, 1974.
         - Documentário:  Os anos de JK, de Sílvio Tendler.
         - O que é isso companheiro?
         - Olga Benario

O Brasil como réu no caso da Guerrilha do Araguaia



A Guerrilha do Araguaia foi um agrupamento de militantes contrários à ditadura militar que acreditavam que a revolução socialista só teria sucesso se acontecesse no interior rural do Brasil.
Os militantes, na maioria membros do PCdoB, escolheram a região no sul do Pará, nas divisas entre o Maranhão e Tocantins. A área, de aproximadamente 7.000 km², foi palco de treinamentos e ações dos militantes, que pegaram em armas e criaram um esquema paramilitar para realizar suas operações.
Entre 1972 e 1975, a Guerrilha do Araguaia foi alvo de uma grande ação do exército, que queriam reprimir e acabar com o movimento.
Durante as ações militares, os agentes de repressão da ditadura teriam cometido graves violações aos direitos humanos, como prisões ilegais e execuções de guerrilheiros e moradores locais, condenados como “colaboradores”.
Os militares são acusados de sessões de tortura, como estupros e mutilações, além desaparecimento forçado de diversos militantes.
Estima-se que pelo menos 70 dos desaparecidos políticos no Brasil tenham sido mortos por militares durante as ações de repressão no Araguaia. Entre os que sobreviveram depois da ação militar, está o deputado federal José Genoino, que foi detido em 1972. (portal R7)

Material de estudo do 4º bimestre para o 3º ano B da EEEM - Professora Elza Maria Correa Dantas.

Galerinha do 3º B, enquanto a greve não acaba eu sugiro que vocês estudem materiais referentes ao período da Ditadura Militar no Brasil: Os governos militares, atos institucionais, Guerrilhas urbanas e a Guerrilha do Araguaia.
Esse material será trabalhado em sala quando conseguirmos retornar as aulas Deus sabe quando.
Abraço e se empenhem no estudo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A EEEM - Tereza Cristina em São João do Araguaia realisou nesta quinta feira (27 de outubro) a sua I GINCANA EDUCATIVA AMBIENTAL, onde as tarefas das quatro equipes tiveram tarefas como:
* Arrecadar material de limpeza.
* Gritos de guerra.
* Fazer uma arte com material reciclavel.
* Ministrar um seminário ambiental.
* Realizar uma insenação biblica.
* Recitar um poema.
* Desfile da Miss e do Mister da GINCANA. 

O evento foi realizado na Praça São João Batista e contou com a participação maciva da comunidade escolar e local emocionando a todos com o empenho e a dedicação das equipes.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A História do Cão da Valença.


A HISTÓRIA DO CÃO DA VALENÇA

Eu vou contar pra vocês
A história de um lugar
Que todo mundo comenta
Pelos cantos onde está
No tempo da minha avó
Já se ouvia contar
Somente no fim do mundo
É que ela vai terminar.

Foi em cima de um morro
Que certo dia surgiu
Uma comunidade pequena
Igual nunca ninguém viu
E nela tinha um demônio
Zangado feio e medonho
De onde nunca mais saiu.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

História da ocupação e formação da Vila Miguel Xavier

     


Uma das fontes utilizadas na pesquisa que trata o texto a seguir, foram os relatos de Maria Eugênio Dantas ( Maria do Virgem ) 91 anos, nascida na local.idade do sitio flores (trecho entre o sítio Poço e o Sítio Janjão), hoje distrito de Valença, em 1926, ela confirma a maioria das informações do texto abaixo, ela é descendente ( neta ) de Rosalina Maria da Conceição ( conhecida como mãe rosário ) escrava vinda da África, mucama do Major Miguel. "Mãe Rosário" foi casada com um viúvo o Sr. João Eugênio Justiniano um homem branco vindo do Potengi. 

Ressalto esse detalhe para que os leitores possam sentir o quanto os relatos orais podem enriquecer as narrativas históricas e como a memoria pode ser elemento da cultura e da identidade dos grupos sociais e também de indivíduos.

Então leiam o texto abaixo, ele já foi postado anteriormente neste Blog, mas vale apena relembrar.


História da ocupação e formação da Vila Miguel Xavier 

(hoje Distrito de Valença)




Para entender o processo de ocupação de que hoje e a Vila Miguel Xavier, deve-se também fazer referencia a ocupação do Cariri com um todo, pois foi a partir daí que a história começa a tomar rumo à formação dessa Vila.
     O processo de fixação humana no Cariri inicia-se no final do século XVII com o ciclo do couro intensificada as margens do Rio São Francisco e seus afluentes que futuramente se transformaram nas sesmarias concedidas na época do segundo império, os primeiros colonizadores brancos constam como tendo sido formados por agentes da Casa da Torre (Bahia), seguidos de pernambucanos e sergipanos, ocupando terras localizadas no Riacho dos porcos (Brejo dos Santos), no extremo sul da Capitania, Muitos alcançaram esse riacho e daí se bifurcando para o Jaguaribe, ou penetrando nos terrenos férteis ao sopé do que seria a Chapada do Araripe. Alguns vieram pelos caminhos do Riacho do Pajeú (Pernambuco) ou o riacho da Brígida, afluente do São Francisco. No lado pernambucano, surgem povoações, fundadas por capuchinhos (Exú), em 1705, tendo apenas a serra do Araripe de permeio, a separá-la do lado cearense, no local onde se fundou a missão do Miranda que, depois, quando vila, recebeu o nome de Crato. Foram criadores, que atravessaram ínvios sertões em busca de pastagem para o gado, e com a ânsia de disseminar a criação, pioneiros da colonização caririense. Essa descida terá ocorrido por volta das décadas finais do Século XVII, época em que se registra a presença do colonizador branco nas terras até então ocupados somente pela raça nativa.
     Na primeira década do Século XVIII ou, precisamente. Nos anos de 1702/1704, tem-se como primeiro cessionário de terras no Cariri o sesmeiro rio-grandense (Norte), Manuel Rodrigues Ayrosa. Sua posse situava-se na gleba São José, no vale denominado de Lagoa do Ayrosa, entre as cidades que posteriormente se denominariam de Crato e Juazeiro (Sítio São José)

domingo, 15 de maio de 2011

I NOITE LITERARIA E CULTURAL DO ENSINO MÉDIO SJA

Na noite do dia 13 de maio de 2011 foi realizada  a I NOITE LITERÁRIA E CULTURAL DO ENSINO MÉDIO DA EEEM-TEREZA CRISTINA na cidade de São João do Araguaia - Pa, onde no evento forão apresentadas varias danças regionais, danças de salão, hip hop, musica eletronica, gospel, teatro e poesias.
a população compareceu em massa e a interatividade foi notória, sendo que grupos de cidades vizinhas também participaram do evento enaltecendo ainda mais as apresentações, mostrando que a escola deve ultrapassar seus muros e produzir cultura e conhecimento.
Parabéns aos alunos, professores e funcionários da EEEM-TEREZA CRISTINA.

domingo, 3 de abril de 2011

To de volta

Olá galerinha!!!

estive sumido por uns tempos por motivos de trabalho, mas agora estou de volta.
espero trazer algumas novidades e textos bacanas sobre História e curiosidades.

valeu
até breve!!